sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Por empréstimo, Sport adianta troca com Inter de Rithely por Eduardo Sasha, Ortiz e Anselmo


Rithely tem 100% dos direitos econômicos ligados ao Leão e contrato com o clube até o fim de 2022. No entanto, terminou o ano como reserva e busca novos ares na carreira após chegar na Ilha do Retiro em 2011. Ao todo, o jogador disputou 347 partidas e marcou 30 gols pelo Sport. Ele ainda conquistou a Copa do Nordeste de 2014 e os Estaduais de 2014 e 2017.

Com relação aos atletas que o Leão pode receber em troca, Anselmo é um conhecido da torcida. Ele, aliás, “tomou” a vaga do próprio Rithely no time titular e encerrou o ano com 41 presenças em campo. 

Já Eduardo Sasha foi alvo do Rubro-negro em outras janelas de transferência. O atacante terminou a temporada como reserva no Internacional, atuando em 28 partidas com três gols. Revelação do Colorado, o jogador também passou pelo Goiás, em 2012 e 2013. 

Já o zagueiro Léo Ortiz, de 21 anos, também é cria do Internacional. Ele disputou 31 partidas neste ano na primeira temporada como jogador profissional. 
 
Tanto o Sport quanto o Internacional não comentam qualquer tipo de negociação até que seja confirmada oficialmente. A reportagem ainda tentou contato com Gustavo Dubeux, mas ele rejeitou a ligação e informou, na sequência, via mensagem que não poderia atender.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

De volta ao Sport, Nelsinho Batista se mostra ciente do desafio e afirma que está atualizado

 
A fala pode soar superficial, mas, durante a entrevista coletiva, o técnico mostrou que estava mais atento ao que acontecia no Brasil do que se esperava. Cabia a ele indicar atletas estrangeiros para o Vissel Kobe, seu último clube no Japão.

“Eu tenho no futebol japonês 14 anos, sendo nove anos seguidos agora. 40% eu falava japonês e 60% era intérprete. Por isso falo que é mais fácil que estar em um grupo brasileiro do que em um japonês. Eu tinha que estar ligado no mercado brasileiro porque lá o técnico é o responsável por contratar estrangeiros. Não parei de observar o mercado brasileiro. Não deixei de me atualizar.”

Um dos modos de se atualizar foi além de ver jogos e perguntar sobre jogadores. Conversar com o filho Eduardo Baptista ajudou a se aprofundar sobre atletas e esquemas dos times. A última conversa entre eles com certeza teve futebol como assunto principal, mas também foi de felicitações pelo novo emprego. “Eu converso com o Eduardo sobre o futebol brasileiro sempre que nos encontramos ou nos telefonamos. Logicamente, posso dizer que ele ficou muito feliz de eu ter vindo para cá. Ele falou que iria encontrar pessoas que iriam me ajudar muito e que iria me dar retaguarda. Ele ficou muito feliz e também estou feliz.”
 
Apesar de todos os questionamentos e dúvidas sobre o seu desempenho, Nelsinho fez questão de lembrar que o dia é de alegria. Voltar ao Recife é fazer o técnico se sentir em casa novamente, mas ciente de que o trabalho terá que ser grande se deseja voltar a repetir campanhas como a de 2008, quando o clube foi campeão da Copa do Brasil.

“O sentimento hoje é de muita felicidade. Quando você pode retornar a uma casa em que você ja esteve é um reconhecimento e uma valorização do seu trabalho por suas atitudes, decisões. A minha responsabilidade é muito grande. Falam que o Nelsinho está voltando para um lugar em que ele é muito querido. a minha responsabilidade é fazer um trabalho vitorioso como foi no passado. Eu não gosto de prometer nada. O que posso falar para você é que vim para cá para trabalhar. Vim para organizar o Sport dentro do campo. Vim para orientar os atleta e cobrá-los. O que aconteceu em 2008, não foi por acaso. Foi trabalho. Não foram três meses. Foram quase dois anos. Venho mais motivado ainda e encontro um Sport muito melhor em infraestrutura. Lutamos muito por isso naquela época. O Sport pode não ter ganhado dentro do campo como naqueles dois anos, mas ganhou fora de campo.”

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

O 'estagiário' virou presidente: Constantino Júnior vence eleição do Santa Cruz

Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco 

Foram sete anos comandando o futebol tricolor. Período em que ocupou funções diversas no Arruda, de diretor até a vice-presidência do Executivo. Até chegar nesta terça-feira ao cargo máximo do clube. Confirmando o que as “pesquisas de boca de urna” indicaram durante todo o dia, Constantino Júnior foi eleito presidente do Santa Cruz para o próximo triênio. Chamado de “estagiário” em 2012 pelo então presidente do Sport, Gustavo Dubeux, assume a função com a responsabilidade de reerguer o clube.

Constantino teve 812 votos, número que representara 64,8% dos 1.252 do total de votos válidos - quorum considerado baixíssimo, alias. Houve ainda 12 nulos e dois sem cédulas dentro dos envelopes. Após um dia movimentado no Arruda, com direito até a bate-boca entre entre candidatos, Tininho - como é conhecido - foi confirmado como novo mandatário tricolor às 22h17 desta terça-feira, derrotando os opositores Albertino dos Anjos (250 votos - 19,9%) e Fábio Melo (190 votos -15,1%).

O novo mandatário tomará as rédeas tricolores em suas mãos, oficialmente, a partir de janeiro. Até lá, passará por um momento de transição que ele admite: causa certa ansiedade. A preocupação, antes exclusiva com o futebol, agora precisará ser mais abrangente. A responsabilidade e os desafios são maiores, principalmente pela situação em que o clube se encontra, dentro e fora de campo.
As primeiras ações de Constantino, inclusive, não poderão esperar pela virada de ano. É preciso correr para contratar um técnico e iniciar a formação do elenco do Santa Cruz para disputar a Copa do Nordeste, o Campeonato Pernambucano e a Copa do Brasil. Pelo mau momento financeiro, que é sua principal preocupação, Constantino já prometeu que vai priorizar a competição regional para tentar arrecadar mais verba para o clube.

 “Vamos ter um calendário apertado. Claro que são competições distintas e teremos que ser inteligentes. Se tivermos que colocarmos o time reserva em algum momento, vamos fazer isso sem problema. A Copa do Nordeste pode nos dar mais cotas e podemos priorizá-la.”

Retrospecto 

Nos tempo em que esteve na direção de futebol coral, Constantino conquistou cinco Campeonatos Pernambucanos, uma Copa do Nordeste e três acessos, tirando o Tricolor da Série D e chegando à Série A. Porém, a trajetória no clube não foi feita apenas de sucesso. Em 2012 (na Série C) e 2014 (na Série B), os acessos bateram na trave. Além disso, sofreu duas quedas de divisão foram acumuladas nos dois últimos anos. As eliminações para o Sport em semifinais da Copa do Nordeste, em 2014 e 2017, também estão na memória do torcedor. Situações que Tininho encara como lições.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Empresário de Mena e Marquinhos diz que não foi procurado pelo Sport e alfineta diretoria

Brenno Costa /Diario de Pernambuco 

Dois jogadores do Sport que terminaram o ano como titular do time sequer foram procurados para renovação de contrato. Pelo menos, essa é a versão do empresário dos atletas. Segundo André Cury, o lateral-esquerdo Mena e o meia-atacante Marquinhos ainda não foram contactados pela diretoria rubro-negra. Em entrevista ao Superesportes, o agente foi curto nas respostas e não deu muitos detalhes. Porém, chegou ao alfinetar os comandantes do futebol leonino.

Perguntado inicialmente sobre a condição de Mena, Cury foi direto. “Por enquanto, ninguém me procurou”, disse. “Ainda não conversei (com o atleta)”, acrescentou. O chileno tem contrato com o Cruzeiro até o fim da próxima temporada. Por isso, caso queira renovar o acordo com o jogador, o Sport também terá que negociar com a Raposa.

Já com relação a Marquinhos, o empresário também afirmou que está vivendo a mesma situação. “Ainda não tem nada”, declarou, para, na sequência, criticar a diretoria pela escolha de Vanderlei Luxemburgo no comando técnico durante parte da temporada. “Foram contratar o Vanderlei Luxemburgo e deixaram o Marquinhos de fora seis meses”, afirmou. “Quando precisou, teve que botar, né?”, acrescentou.
 
Marquinhos viveu um período de ostracismo no Leão com Luxemburgo no comando do clube após sofrer com lesões musculares. Durante a fase em que o técnico esteve na Ilha do Retiro, o atleta sequer entrou em campo. Depois, foi resgatado por Daniel Paulista e virou titular na reta final da Série A. O jogador tem contrato com Internacional até o fim de 2018.

O Superesportes entrou em contato com o vice-presidente de futebol, Gustavo Dubeux, mas não teve a ligação atendida. Porém, logo após a última rodada da Série A, tanto o jogador quanto o executivo Alexandre Faria comentaram a situação no Leão da Ilha e não definiram o futuro.

Fotos: os jogadores do Sport que encerram contrato ao fi

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Atrações, estrelas e detalhes do sorteio da Copa, que atrairá olhares do mundo inteiro

Guilherme Macedo /Superesportes 

Nesta sexta-feira, a Fifa sorteará os grupos da Copa do Mundo de 2018. A cerimônia acontecerá no Grande Palácio de Kremlin, em Moscou, capital da Rússia. O evento que atrai olhares de todo o planeta contará com a presença de diversos artistas, jogadores campeões mundiais e técnicos. O Superesportes transmitirá o sorteio, em tempo real, a partir das 13h (de Brasília).

O Palácio de Kremlin é a residência oficial do presidente Vladimir Putin e tem capacidade para receber  6 mil pessoas. De acordo com informações da Fifa, a cerimônia receberá cerca de 1.500 profissionais da imprensa, além de outros 1.400 convidados, dos quais 260 fazem parte das delegações de seleções classificadas para o Mundial.

Ainda de acordo com a Fifa, o evento desta sexta-feira terá a presença de 210 artistas. No entanto, a instituição não divulgou quem serão os responsáveis pela parte de entretenimento.

O evento que marcará a definição das oito chaves da Copa do Mundo começará às 13h (de Brasília). A cerimônia será conduzida por Gary Lineker, ex-jogador que defendeu a Seleção Inglesa nos Mundiais de 1986 e 1990, e pela jornalista russa Maria Komandnaya. Eles serão auxiliados por oito ex-jogadores.

Entre os assistentes de sorteio estarão cinco campeões mundiais: o ex-lateral-direito brasileiro Cafu (campeão em 1994 e 2002), o ex-atacante argentino Maradona (campeão em 1986), o ex-goleiro inglês Gordon Banks (campeão em 1966) e os ex-zagueiros Laurent Blanc (campeão com a França, em 1998), Fabio Cannavaro (campeão pela Itália, em 2006) e Carles Puyol (campeão pela Espanha, em 2010). Além deles, o uruguaio Diego Forlán, eleito melhor jogador da Copa de 2010, e o russo Nikita Simonyan, que disputou o Mundial de 1958, auxiliarão no sorteio.

A cerimônia terá também a participação do atacante Miroslav Klose. Ele será responsável por conduzir a taça da Copa ao Palácio de Kremlin. O polonês naturalizado alemão defendeu a seleção bávara em quatro Mundias e se tornou o maior artilheiro da história da competição, com 16 gols marcados.

Outro astro que estará presente no sorteio é Pelé. O craque brasileiro publicou em sua conta no Twitter, nessa quarta-feira, uma foto embarcando para Moscou. A Fifa não divulgou qual será a participação do ex-jogador na cerimônia.

Tite de olho no sorteio

Tite, técnico da Seleção Brasileira, também tem presença garantida na cerimônia. O treinador estará de olho não só nos adversários da primeira fase, mas também na definição do calendário e das cidades em que a equipe jogará.

A delegação da Seleção Brasileira ficará nas instalações da cidade-sede de Sochi. Nesse caso, o Brasil evitaria deslocamentos grandes caso seja sorteado para integrar o Grupo B. Se esse for o resultado do sorteio, a Seleção estreará em Sochi no dia 15 de junho, o que permitirá ter a preparação e o jogo de estreia no mesmo lugar. Mas as vantagens também incluem os trajetos para os jogos seguintes. Pelo calendário, o Brasil teria de visitar apenas Saransk e Moscou até chegar à final.

As partidas do Mundial serão realizadas em Sochi, Moscou, São Petersburgo, Kalingrado, Kazan, Samara, Nizhny, Volgograd, Saransk e Rostov.

Além de Tite, outros 29 treinadores estarão presentes na cerimônia desta sexta-feira. Austrália e Sérvia ainda não definiram os técnicos para o Mundial.

Regras do sorteio

Assim como nos últimos anos, a Copa terá 32 participantes distribuídos em oito grupos com quatro equipes cada. A  principal novidade para esse Mundial é a impossibilidade de duas seleções da mesma confederação ficarem na mesma chave. A exceção fica por conta Europa, que tem 14 representantes no torneio.
Os europeus terão seis representantes como cabeças de chave. As outras oito equipes do continente serão distribuídas nos demais grupos. Desta forma, seis chaves terão obrigatoriamente dois representantes da Europa. Da mesma forma, Brasil e Argentina, como cabeças de chave, já sabem que terão pela frente uma equipe do Velho Continente.

As seleções serão separadas em quatro potes (determinados pelo ranking da Fifa de outubro). O sorteio será realizado na ordem destes potes. Haverá ainda mais oito potes para a escolha da posição da seleção dentro do grupo, o que determina a ordem dos confrontos. (Veja, abaixo, a separação das equipes por potes)

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Atacante Micaelly do Sport é convocada mais uma vez para seleção brasileira feminina sub-20


"Estou muito feliz por estar novamente junto com a Seleção. Só posso agradecer por mais uma oportunidade de estar de volta. Estou trabalhando para conseguir a vaga e estou bem confiante. Quero conseguir minha vaga entre as que viajam e espero que dê tudo certo", afirmou a atacante leonina em entrevista ao site oficial do Sport. 
Os trabalhos na seleção começaram na verdade no dia 20 de novembro, mas Micaelly chegou somente no último sábado para realizar os exames médicos na Granja Comary. Integrada, a atacante já treinou com o restante do grupo. Por conta da chamada atrasada, a expectativa é de que atleta tenha adquirido a vaga após um corte na lista do técnico. A informação, no entanto, ainda não foi confirmada pela CBF. 

Por isso, Micaelly terá ao menos cinco dias a menos que o restante das jogadoras para mostrar a que veio. O período de observação se estende até o dia 4 de dezembro e também funcionará como uma fase de preparação visando ao Sul-Americano Sub-20.
 
Por sinal, essa não será a primeira vez de Micaelly na Granja Comary. Isso porque a atacante já acumula convocações para a seleção brasileira feminina nas categorias, Sub-15, em 2013, quando tinha somente 13 anos, além da Sub-17, em 2016, e da Sub-20 mais uma vez neste ano, quando tinha ainda 16 anos de idade.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

DS87 vê urgência de vitória contra o Flu e garante que Sport vai se impor no Maracanã

Yuri de Lira /Diario de Pernambuco 

Em jogos fora de casa, geralmente os times adotam uma postura mais cautelosa. Não raramente, empates na condição de visitante são até celebrados. Mas essa pequenez não cabe para o Sport no jogo deste sábado, contra o Fluminense. No Maracanã, o Leão precisa ganhar para diminuir as suas chances de rebaixamento na rodada ou até mesmo deixar o Z4. Por isso, Diego Souza deseja a equipe rubro-negra se imponha em campo.

Se o Sport perder e o Vitória ganhar da Ponte Preta no dia seguinte, no Moisés Lucarelli, o time pernambucano estará automaticamente rebaixado à Segunda Divisão. Se ganhar, porém, invariavelmente chegará vivo no rodada final da Série A - diante do Corinthians, na Ilha do Retiro.

No melhor dos cenários, o Sport pode deixar o Z4 se ganhar do Flu. Para tanto, Ponte e Vitória precisam empatar. Se a Macaca vencer os baianos e o Sport ultrapassá-la no saldo de gols (hoje de -13 contra -14), a equipe pernambucana também fica fora da zona da degola.

Ciente da relevância do duelo no Rio de Janeiro, DS87 assegura que o Leão será impositivo no jogo.“Estamos encarando essa partida como uma verdadeira decisão, pois o resultado contra o Fluminense pode selar o nosso destino no campeonato. Todos aqui no Sport estão focados e vão se entregar ao máximo em campo para conquistar a vitória. Não faltará empenho”, declarou Diego Souza ao site oficial do Sport.

Com 21 gols anotados ao longo do ano, Diego Souza é o vice-artilheiro do Leão na temporada - atrás do atacante André, com 25. DS87 também é o segundo goleador do time no Brasileirão, com 11 - dois atrás do mesmo André.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Além de desfalques prévios, Santa Cruz não terá Ricardo Bueno e Julio Cesar contra o Paysandu

Redação Superesportes /Diario de Pernambuco 

A escalação do Santa Cruz para enfrentar o Paysandu é um verdadeiro mistério. Além dos lesionados e do suspenso João Paulo, o Tricolor do Arruda não contará com o atacante Ricardo Bueno e com o goleiro Julio Cesar. Ambos ficaram no Recife e desfalcarão o Santa Cruz por motivos diferentes.

O goleiro foi julgado nesta sexta-feira pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e, como corria o risco de ser suspenso, o clube preferiu mantê-lo na capital pernambucano. Para o lugar de Julio, o clube conseguiu que Jacsson, goleiro que deixou o Santa Cruz após lesão no joelho, retornasse do Internacional para que o técnico interino Adriano Teixeira tivesse outro atleta para ficar no banco. Além de Jacsson, o outro goleiro disponível é Lucas Silva, que tende a ser o titular.

Já no ataque, a tendência é que Grafite assuma o posto deixado por Ricardo Bueno ou até que Halef Pitbull seja acionado como o camisa 9. O clube não explicou o porquê de Bueno ter ficado no Recife, mas a tendência é que ele tenha ficado para acalmar os ânimos após desentendimentos com a diretoria.

Além dessas duas ausências, o técnico Adriano Teixeira ainda não terá os laterais Walber e Nininho, o zagueiro Guilherme Mattis e o volante João Ananias por conta de lesão. Por suspensão, Teixeira não poderá contar com o meia João Paulo e com o volante Derley, que foi pegou um gancho de quatro jogos após ser julgado no STJD nesta sexta-feira. 

Assim, o time coral pode ser o seguinte: Lucas Silva (Jacsson), Italo, Anderson Salles, Sandro e Bruno Silva (Yuri); Wellington Cezar, Thiago Primão e Natan; Bruno Paulo, André Luis e Grafite (Halef Pitbull).

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Técnico do Náutico aponta principais fatores para sucesso do Timbu em 2018


A segunda etapa na sua visão é saber planejar e seguir o que foi traçado. Não adianta sonhar alto se os erros do passado foram repetidos, segundo o treinador. “Você tem que ter um mapa de planejamento, mapa de elenco. Não adianta contratar o bom jogador. Tem que contratar o jogador certo. E o principal. Tem que contratar o jogador que você pode pagar. Para que não chegue no fim da temporada com um nível de insatisfação tão grande. Isso é fundamental.”

Elenco

Talvez alguns dos atletas que estão no atual elenco possam ser aproveitados para 2018. Situação que ele não pode responder nesse momento por vários motivos, mas principalmente por ainda não saber se ficará no clube, cenário que é bem provável. 

“Não sou de fugir de pergunta, mas isso (que jogadores continuarão) quem pode responder com propriedade é Diógenes (Braga, diretor de futebol). A gente não sentou para planejar detalhes. Ainda não batemos o martelo da minha permanência. Está bem encaminhada, mas ainda não é uma coisa absolutamente definida.”

Volta para casa

Além de todos esse pontos, o técnico lembrou que o Náutico receberá um reforço de peso na próxima temporada e que precisa ser valorizado: os Aflitos. Lugar que ele teve suas melhores fases como técnico. 

“O maior trunfo, maior reforço do Náutico para 2018 será os Aflitos. Nada contra a Arena, mas cinco mil em um espaço de 40 mil tem um peso. Ter cinco mil em uma espaço para 18 é outro peso. Essa é minha quarta passagem pelo Náutico e a diferença é que o Náutico não é mandante. Se for contar minhas outras passagens não encho a mão para contar as derrotas que tive como mandante. E estou falando de Série A. Agora foi a quinta e isso para mim é vergonhoso.”

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Lembra do último Brasil x Japão? Em 2014, Seleção teve Kaká, Dodô, Juan Jesus e cia

Por Alexandre Lozetti, Paris, França
 

Não faz tanto tempo assim que Brasil e Japão se enfrentaram pela última vez. Há três anos, num duelo em Cingapura, Neymar fez todos os gols da vitória por 4 a 0, e é possível que só se lembrem disso, porque o resto da escalação da Seleção leva quase a outra era.
Literalmente: a era Dunga, que ainda buscava reerguer a equipe, três meses depois do 7x1 da Copa de 2014, e formar um grupo que pudesse chegar a 2018. Não deu certo, e a maioria dos nomes daquela lista se tornou inimaginável na atual Seleção de Tite, que busca fechar as últimas vagas para o Mundial da Rússia.
Apenas Miranda, Willian e Neymar foram titulares há três anos, e têm tudo para serem confirmados no treino desta quarta-feira à tarde. Veja abaixo os demais nomes daquela lista.
  • GOLEIROS
Jefferson, embalado por ter pegado um pênalti de Messi no jogo anterior, era o titular. Um ano depois, perdeu a vaga, inclusive entre os 23. Os reservas eram o gremista Marcelo Grohe, hoje em evidência pela grande defesa na semifinal da Libertadores, mas distante da Copa, e Rafael Cabral, mais sumido do que o próprio Dunga.

  • LATERAIS
Pela direita, foram chamados Danilo, atual reserva de Daniel Alves, e Mário Fernandes, que em 2011 havia recusado a convocação, e hoje é naturalizado russo. Na esquerda, Filipe Luís, que ainda tem boas chances de ir à Copa, foi titular. No banco estava Dodô, nunca mais lembrado. 
  • ZAGUEIROS
David Luiz foi cortado após se machucar contra a Argentina, e Dunga escalou Miranda, que se manteve titular com Tite, e Gil, ainda com esperança de ir à Rússia. O único reserva foi Juan Jesus, que faria muita gente perder um quiz sobre aquela lista de convocados.

  • VOLANTES
Luiz Gustavo e Elias, titulares com Dunga, jamais voltaram a ser chamados. Aquele jogo teve, no banco, Rômulo, hoje no Flamengo, e Souza, ex-São Paulo, atualmente no Fenerbahçe. Tite até gosta do futebol de Souza, mas não vê brechas para incluí-lo agora na lista de convocados.
 
  • MEIAS
Coutinho e Willian seguem na lista e irão à Copa, mas seus reservas perderam espaço de maneira contundente: Oscar e Everton Ribeiro jamais foram convocados por Tite, e, a não ser que algo muito fora da curva aconteça, assistirão ao torneio de suas casas.
 
  • ATACANTES
Neymar é Neymar. Fez os quatro gols da vitória sobre o Japão, e até hoje é o craque do time. Seu companheiro naquela partida foi Diego Tardelli, convocado por Tite no mês passado, e, portanto, ainda com expectativa de ir à Copa. Já os reservas... Em 2014, Robinho e Kaká ficaram no banco contra o Japão. Tão 2010... Ambos estão descartados para 2018.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

De volta à Arena, Náutico é derrotado pelo Paysandu e encaminha queda à Série C

João de Andrade Neto /Superesportes 

Agora, resta esperar a confirmação matemática. No seu retorno à Arena de Pernambuco, após quatro jogos como mandante em Caruaru, o Náutico foi derrotado pelo Paysandu por 3 a 1, nesta terça-feira, e freou as últimas esperanças de permanência na Série B. Enterrado na vice-lanterna, com 31 pontos, os alvirrubros agora só podem chegar aos 43 pontos, caso vençam as quatro partidas restantes na competição. Pontuação que, de acordo com a Universidade Federal de Minas Gerais, significa um alto risco de queda de 65%.

A partida também representou a primeira derrota do Náutico na Arena sob o comando do técnico Roberto Fernandes, que havia vencido as três anteriores no estádio. Mais uma dado que reforça a teoria de que o momento é de começar a planejar a temporada de 2018. Uma temporada de reestruturação.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Número de jogadores e técnicos em ação no clássico refletem ano ruim de Náutico e Santa

Marcel Tito /Diario de Pernambuco 

Sessenta jogadores, seis técnicos. Esse é o balanço do Clássico das Emoções em 2017, ano em que a rivalidade entre Náutico e Santa Cruz completa 100 anos. Número que vai aumentar neste sábado, quando os clubes vão se enfrentar pela última vez na temporada. O número de atletas que disputarão o duelo passará de 70 com certeza. O de treinadores subirá para oito. Isso num "universo" de oito partidas. Um número absurdo de mudanças que explica, por si só, a situação crítica das duas equipes na Série B.

O excesso de mudanças nos elencos é o principal sintoma dos erros no planejamento das duas equipes. Comparando as escalações do primeiro duelo em 2017 com as prováveis formações para a partida de amanhã, poucos são os remanescentes entre os titulares. Apenas dois. Um desses nomes reforça o cenário de metamorfose. No dia 29 de janeiro, João Ananias entrou no gramado da Arena Pernambuco vestindo a camisa 13 do Náutico. No dia 4 de novembro, entrará no Arruda defendendo as cores do Santa Cruz. O outro titular daquele confronto com participação certa amanhã é o goleiro Júlio César.

"É uma questão de gestão de clube. Eles fazem um planejamento no começo do ano e não dá certo. Se não dá certo, troca. No futebol é assim. Por isso que nesse clássico ainda teremos estreias", afirmou João Ananias, ao analisar a conjuntura de mudanças. Falou de estreias, talvez, sem saber ao certo o número de jogadores que vão disputar, pela primeira vez, o Clássico das Emoções neste ano. Serão 12 dos 22 atletas em campo! Detalhe: os dois técnicos também vão disputar o duelo pela primeira vez em 2017.

A lista de "estreantes" tem seis atletas de cada lado. Do Santa Cruz, são Guilherme Mattis, Yuri, João Paulo, Bruno Paulo (ou Natan), Ricardo Bueno e Grafite. Do Náutico, pisam no Clássico das Emoções pela primeira vez em 2017 Léo, Aislan, Bruno Mota, Rafinha, Willian e Dico. A quantidade pode até aumentar para 13, caso o técnico Marcelo Martelotte opte por Walber na lateral direita no lugar de Nininho. Isso sem contar com algum reserva que entre no decorrer da partida para fazer a sua "estreia" no Clássico das Emoções do centenário.

Presente em todos

Mesmo com a alta rotatividade há dois atletas que participaram de todos os Clássicos das Emoções de 2017. Só um, entretanto, poderá manter os 100% de participação. Trata-se do atacante Willian Barbio, do Santa Cruz. Ele participou de todos os duelos entre os rivais neste ano. Foi titular duas vezes. Nas outras cinco, foi reserva e entrou no decorrer da partida. No sábado, começará na reserva mais uma vez. Pelo Náutico, quem participou dos sete encontros até o momento foi o atacante Erick , que deixou o clube em agosto.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Péssima campanha do Santa Cruz coloca o clube na lanterna do segundo turno da Série B

Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco 

Uma possível vitória do Santa Cruz contra o Luverdense não significará a mudança de posição da equipe coral na tabela. Por estar a quatro pontos do adversário deste sábado, o Tricolor poderá diminuir a distância e ganhar um novo fôlego na competição para iniciar uma arrancada na fuga contra o rebaixamento. Um triunfo ao menos pode significar algo simbólico, mas que pode dar ainda mais moral para a equipe. Conquistar três pontos pode ser o bastante para o Tricolor deixar a lanterna do segundo turno da Série B.

Até o momento, o Santa Cruz só conquistou oito pontos desde a 20ª rodada e por isso a campanha que indicava uma pretensão remota ao acesso à Série A se tornou um pesadelo afundado na zona de rebaixamento. Os números que justificam essa campanha são assustadores. O time venceu apenas um jogo, empatou cinco partidas e perdeu outros seis duelos. Um aproveitamento de 22,22% e que explica muito mais do que a posição na tabela. A campanha dos últimos 12 jogos é tão ruim que o até o ABC, lanterna da competição, somou mais pontos do que o Tricolor.

Essa campanha é o que explica o fato do Santa Cruz não ter passado dos 10 mil torcedores nos últimos jogos em casa. A média de público no segundo turno é de apenas 7.276 torcedores em seis jogos e fica até difícil chamar o torcedor na opinião do lateral-direito Walber, que fará sua estreia pelo Tricolor neste sábado. 

“É difícil chamar o torcedor. A gente só conseguiu uma vitória com o Martelotte e entendo o lado deles. Mas esse é o momento de somar e vai ser muito importante se ele vier aqui e nos incentivar”, apelou Walber.

A esperança é que a torcida atenda os pedidos dos atletas que vêm sendo feitos a semana inteira. Quem sabe com esse fato novo o Arruda se transforme e seja um aliado na difícil missão do Tricolor neste sábado. 

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

O jogo internacional mais importante do Sport em 8 anos. Desde São Marcos…



O confronto contra o Palmeiras, pelas oitavas de final da Taça Libertadores de 2009, foi, sem dúvida, o ponto alto do Sport no cenário internacional. Nas mãos de Marcos, que pegou três pênaltis, o leão parou ali. Desde então, o time voltou cinco vezes às disputas da Conmebol, sempre na Copa Sul-Americana. Após desempenhos bem modestos, enfim uma boa campanha, alcançando as quartas de final. Diante do Junior Barranquilla, torna-se o primeiro nordestino entre os oito melhores da Sula. Vai por mais.
Historicamente, como mandante, o rendimento é bom diante de adversários estrangeiros: 70%. Com média de 15 mil pessoas, foram 5 vitórias em 8 jogos.
Assista ao vídeo do Sport sobre a convocação para o jogo de 26/10…
O leão como mandante contra os gringos nas copas internacionais
16/08/1988 – Sport 5 x 0 Alianza (Peru) – Libertadores (15.213)
23/08/1988 – Sport 0 x 0 Universitario (Peru) – Libertadores (22.628)
04/03/2009 – Sport 2 x 0 LDU (Equador) – Libertadores (20.184)
22/04/2009 – Sport 2 x 1 Colo Colo (Chile) – Libertadores (20.050)
23/10/2013 – Sport 1 x 2 Libertad (Paraguai) – Sul-Americana (17.575)
23/09/2015 – Sport 1 x 1 Huracán (Argentina) – Sul-Americana (7.726)
06/04/2017 – Sport 3 x 0 Danubio (Uruguai) – Sul-Americana (13.582)
06/07/2017 – Sport 2 x 0 Arsenal (Argentina) – Sul-Americana (7.694)
26/10/2017 – Sport x Junior (Colômbia) – Sul-Americana (a disputar)
8 jogos; 5V, 2E e 1D; 16 GP e 4 GC. Público médio de 15.581

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

A difícil missão dos alvirrubros de ainda acreditar no milagre da permanência na Série B

João de Andrade Neto /Superesportes 

Com a permanência do Náutico na Série B beirando um milagre, já que o time precisa vencer seis das sete partidas que ainda tem a fazer na competição (um aproveitamento de 85,7%), o primeiro aspecto a ser trabalhado pelo técnico Roberto Fernandes visando o jogo desta terça-feira, contra o Juventude, é o de manter a motivação do elenco. Os próprios jogadores admitiram que a derrota por 2 a 1 para o lanterna ABC, na última sexta, em Caruaru, abalou o grupo. Confiança que só será recuperada em caso de vitória em Caxias do Sul.


Para o meia Giovanni, o Náutico não pode entrar em campo ainda carregando o peso da derrota em casa para o ABC. "Foi uma derrota difícil de absorver. Um resultado muito difícil, mas temos que pular essa etapa. Até porque temos mais um jogo importantíssimo pela frente e a chance de recuperar esses três pontos que perdemos em casa", destacou.

Outra a admitir que o elenco ficou abalado com a derrota inesperada para o lanterna da competiçao foi o meia Diego Miranda. Da mesma forma, o jogador, que errou no lance que originou o segundo gol do ABC, também frisou que nesse momento é preciso ter tranquilidade. Sob o risco de amargar mais um resultado negativo na competição.

"O grupo está um pouco abalado. Ninguém gosta de perder, ainda mais em casa. Mas temos que ter tranquilidade e manter o foco. Se perdemos em casa temos que buscar esses pontos fora de casa. Com a cabeça erguida temos mais condições de reverter essa situação", finalizou.

A esperança

Um dos poucos pontos de esperança que restam aos alvirrubros de ainda manter o clube na Série B foi a melhora demonstrada no segundo turno da competição. Incapaz, no entanto, de tirar a equipe das duas últimas colocações. 

"É lógico que a gente sente. Somos humanos. Mas temos que nos apegar ao nosso desempenho no segundo turno, já que no primeiro deixamos a desejar. A gente demorou para acordar no campeonato, e quando acordamos sabíamos das dificuldadesque iríamos enfrentar. Mas temos que nos apegar as coisas boas", pontuou o volante Amaral.

sábado, 21 de outubro de 2017

Santa Cruz visita o Brasil-RS para seguir vivo e não ver adversários distanciarem do Z4


Apesar de todo o drama da situação coral na Série B, o elenco fala em não se entregar enquanto houver chance. Ainda mais porque a próxima rodada é contra o Luverdense, adversário direto. Entretanto, pensar
mais à frente pode ser prejudicial. Talvez olhar para outras ocasiões em que o clube conseguiu sair de situações complicadas seja o melhor. Lembrar que o time só depende das suas forças. “Temos que acreditar no impossível e não podemos desistir. A história do Santa mostra que tudo é possível”, lembrou o zagueiro Guilherme Mattis.

O pensamento positivo e em saídas de situações complicadas deve ser uma inspiração também para o técnico Marcelo Martelotte montar o time. Ele não terá os meias João Paulo, Natan e Thiago Primão para a partida por conta de lesão e armar o meio de campo coral, ao menos no setor de criação, é algo bem complicado. Além desses desfalques, ele não contará com o atacante Bruno Paulo e abandonar o 4-4-2, adotado na última partida, e voltar ao 4-3-3 pode ser uma opção. 

Adversário

O Brasil de Pelotas encara a partida como uma oportunidade de se afastar de vez da zona de rebaixamento. Com 38 pontos e ocupando a 11ª posição, o Xavante vem de um empate dentro de casa com o América-MG. Para esta partida, o técnico Clemer terá os retornos de Teco, Marlon e Marcinho, mas por outro lado não terá o volante Leandro Leite. 

Ficha do jogo

Brasil-RS

Marcelo Pitol; Éder Sciola, Leandro Camilo, Evaldo (Teco) e Marlon; João Afonso, Nem, Marcinho e Elias (Misael); Lincom. Técnico: Clemer. 

Santa Cruz

Julio Cesar; Nininho, Anderson Salles, Guilherme Mattis e Yuri; Wellington Cézar, Derley, André Luis e William Barbio (Augusto); Grafite e Ricardo Bueno. Técnico: Marcelo Martelotte. 

Horário: 16h30 (horário do Recife)
Estádio: Bento Freitas, em Pelotas
Árbitro: Marcos Mateus Pereira (MS)
Assistentes: Leandro dos Santos Ruberdo (MS) e Daiane Carolina Munis dos Santos (MS)

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Com Durval poupado e integração de Mena garantida, Sport está pronto para jogo

Yuri de Lira /Diario de Pernambuco 

 Vanderlei Luxemburgo montou o mesmo time nos dois treinos passados, mas nesta quarta-feira os jogadores participaram apenas de um recreativo. No CT do Sport, a ausência foi Durval, que havia ganho a posição na zaga para Ronaldo Alves. Com faringite, o zagueiro foi poupado das atividades, embora esteja à disposição para enfrentar o Vitória nesta quinta, no Barradão. O treinador espera agora só Mena, que estava a serviço do Chile nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.

 Segundo a assessoria de imprensa do Sport, Durval foi poupado das atividades devido ao calor, mas embarca nesta tarde para Salvador e não será desfalque para a partida com o Vitória. Já Mena, que não enfrentou o Brasil em São Paulo na última terça-feira e fciou apenas na reserva do Chile, é aguardado na capital baiana ainda nesta quarta ou na própria quinta, a depender da logística da seleção chilena e pode entrar em campo.

Contra o Vitória, Rithely e Sander irão cumprir “gancho” por terem recebido o terceiro cartão amarelo. Dois atletas que estavam suspensos, porém, retornam: Diego Souza e Patrick. Esse último tinha treinando como ponta, enquanto o prata da casa Evandro fazia a lateral esquerda. A partir da entrada de Mena, Patrick pode ser recuado para a lateral, enquanto o chileno cumpriria papel ofensivo na beirada. Outra mudança será no ataque: Osvaldo ganhou o lugar de Rogério.

"O time vai ser este (do treino) e o Mena entrando no lugar do Evandro", disse Luxemburgo. Assim, o Sport terá a seguinte escalação para o compromisso na Bahia: Magrão; Raul Prata, Durval, Henríquez e Patrick; Anselmo, Wesley, Osvaldo, Mena e Diego Souza; André.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Matemática e história jogam contra Santa Cruz e Náutico na luta contra o rebaixamento

João de Andrade Neto /Superesportes 

Restando dez rodadas para o término da Série B, o fantasma do rebaixamento nunca foi tão real para Santa Cruz e, sobretudo, Náutico. Não bastasse o futebol pouco convincente, a matemática e a história também jogam contra. O Superesportes passou um pente fino em todas as edições da competição na era dos pontos corridos (desde 2006) e observou que dos 44 times que frequentavam a zona de queda a essa altura do campeonato, apenas 11 conseguiram evitar o descenso. Média de um por ano. E desses casos, somente dois podem servir de inspiração para os tricolores. Para os alvirrubros, nem isso.

Após a derrota para o Goiás, os timbus voltaram a ficar a 11 pontos da saída do Z4. Nunca uma equipe conseguiu tirar uma diferença tão grande restando apenas dez rodadas a serem disputadas. Aliás, nem perto disso.

Desde 2006, as duas maiores diferenças retiradas por um time que estava no Z4, a dez rodadas para o fim da competição, foram de cinco pontos. Menos da metade do que o Náutico precisa. O número também representa o atual déficit tricolor para o Luverdense, 16º colocado.

As façanhas couberam a Bragantino, em 2012, e Ceará, em 2015. Dos dois, o que mais se assemelha ao atual cenário coral é o do primeiro, que também estava na 18ª colocação, assim como o Santa. Os cearenses figuravam em 17º. 

Não por acaso, os paulistas também conseguiram a maior arrancada de um time do Z4 nas dez últimas rodadas, com 66,6% de aproveitamento. O rendimento do Ceará foi de 63,3%. Os dois fecharam a Série B com dois pontos a mais que o 17º colocado. 

O técnico do Santa, Marcelo Martelotte, calcula em 45 pontos a margem de segurança para a manutenção do clube na Série B. Pontuação que segundo a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) dá uma segurança de 16%. Somando atualmente 29 pontos, os tricolores precisarão assim de um rendimento de 53,3% para alcançar essa marca. O atua é de 34,5%. 

Nem na Série A

Voltando ao Náutico, o percentual da salvação timbu beira o impossível. Tanto que nunca aconteceu. Para chegar a 45 pontos, os alvirrubros terão que ter um aproveitamento de 73,3%. Bem superior, por exemplo, ao do líder Internacional, que ao longo da Série B somou 64,3% dos seus pontos. 

Para não deixar os alvirrubros mais teimosos sem ter alguma esperança, a reportagem precisou mudar de divisão. Pela Série A, o Fluminense conseguiu em 2009 a até hoje mais improvável de todas as fugas de rebaixamento, obtendo incríveis 80% de rendimento nas dez rodadas finais (sete vitórias e três empates). Porém, na ocasião, a diferença para o 16º colocado era de oito, e não de 11 pontos. 

Ou seja, a essa altura, uma permanência do Náutico, além de histórica, passaria a ser referência para todos os desesperados. Para conseguir o milagre da permanência, o Timbu terá que quebrar todas as calculadoras.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Com boas lembranças do Serra Dourada, Náutico faz 'decisão' contra o Goiás

João de Andrade Neto /Superesportes 

Para contrariar os prognósticos e evitar o rebaixamento, o Náutico sabe que não basta apenas vencer os cinco jogos que restam como mandante na Série B. Somar pontos como visitante também é questão de sobrevivência. Sendo assim, os alvirrubros terão nesta sexta-feira um dos seus compromissos mais importantes na competição, ao encarar o Goiás, primeiro time fora da zona de queda, às 21h30, no Serra Dourada.

Em caso de vitória, a diferença para a saída do Z4 pode voltar a casa acessível dos cinco pontos, com dez rodadas ainda a serem jogadas. Porém, mais um tropeço fora de casa, se não sacramenta matematicamente a Série C, terá um peso inevitável na confiança. De time e torcida.

E para um compromisso tão importante, qualquer aspecto positivo é válido. Um deles está atrelado ao local da partida. Foi no Serra Dourada que o Náutico conseguiu sua última vitória como visitante nesta Série B. Na ocasião, em um cenário ainda mais improvável, contra um até então vice-líder Vila Nova, sob o comando do técnico interino Levi Culpi.

Contratado na véspera, Roberto Fernandes assistiu a partida do Recife. No banco de reservas, o treinador timbu só acumula derrotas fora de Pernambuco, para América-MG, Ceará, Oeste e Paraná Clube.

E se desta vez o Náutico volta ao Serra Dourada não para enfrentar um time que busca o acesso e sim para um confronto direto, os muitos problemas na preparação da partida tornam a missão de Roberto Fernandes ainda mais complicada. Ao todo, o treinador não pôde contar com seis jogadores para a "decisão" frente o Goiás: com os zagueiros Breno Calixto e Léo Carioca, o lateral-esquerdo Ávila, além dos atacantes Iago, Rafael Oliveira e Vinícius vetados pelo departamento médico.
 
Os dois últimos, com os casos mais graves, estão fora do restante da temporada. O primeiro devido a um rompimento do ligamento cruzado do joelho direito, enquanto o segundo devido a problemas nas costas.
 
Outra diferença é que, se contra o Vila, o Náutico não sofre a pressão da torcida, já que os donos da casa pagavam punição com portões fechados, desta vez a expectativa é de uma boa presença de torcedores do Goiás. Até pelo aspecto de decisão do encontro. 
  
Por tudo isso, a palavra mais usada pelo comandante alvirrubro ao longo da semana foi "superação". "Não me iludo com a posição do Goiás na tabela. É uma equipe muita experiente. Será um jogo durissímo, dificílimo. A palavra que mais repeti contra o Boa (vitória por 2 a 0) foi superação. E só assim para poder conquistar também essa vitória", destacou o treinador.

Ficha do jogo

Goiás
Marcelo Rangel; Pedro Bambu, Fábio Sanches, Alex Alves e Carlinhos; Victor Bolt, Elyeser e Léo Sena; Carlos Eduardo, Júnior Viçosa e Nathan. Técnico: Hélio dos Anjos.

Náutico
Jefferson; Suelinton (David), Aislan, Feliphe Gabriel e Manoel; Amaral, Diego Miranda e Giovanni; Dico, William (Gilmar) e Rafinha. Técnico: Roberto Fernandes.

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO).
Horário: 21h30
Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
Assistentes: Lúcio Beiersdorf Flor e Leirson Peng Martins (ambos do RS)

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Seleção volta a La Paz para enfrentar seu rival mais difícil nas eliminatórias


  Globo Esporte
A seleção vai enfrentar nesta quinta-feira o seu adversário mais difícil nas eliminatórias. Se a campanha da Bolívia, com apenas 13 pontos ganhos e já sem chances de classificação para a Copa do Mundo não assusta, os 3.640 metros de La Paz tornam o rival muito mais complicado. E é capaz de produzir uma estatística interessante.

No total, as duas seleções se enfrentaram sete vezes na cidade (veja no quadro abaixo). São quatro vitórias da Bolívia, sendo três pelas eliminatórias, um empate e duas vitórias do Brasil. O retrospecto surpreendeu o técnico Tite. O único triunfo na altitude pelas eliminatórias foi há 36 anos, em fevereiro de 1981 (reveja no vídeo acima). Já a última vitória da Seleção em La Paz foi há 20 anos, na final da Copa América de 1997.
- A altitude faz efeito. A Bolívia venceu ainda os seus últimos três jogos em casa pelas eliminatórias. Esses dados me chamaram atenção. É um desafio nosso como equipe, de desempenho alto. Técnico cobra desempenho, resultado é consequência. Essas variáveis nós temos condições de ajustar - frisou Tite. 

A primeira derrota do Brasil na história das eliminatórias foi justamente para a Bolívia em La Paz: 2 a 0 em 1993. As outras duas foram em 2001 (3 a 1) e 2009 (2 a 1). Rivais mais tradicionais como Chile, Argentina, Equador e Paraguai, por exemplo, só conseguiram derrotar a Seleção duas vezes na competição.
- Não podemos entrar com nível de concentração e mobilização mais baixo. Ou tecnicamente e taticamente abaixo como no primeiro tempo contra o Equador. Felizmente aprendemos - analisou. 

Para o jogo desta quinta-feira, o treinador vai fazer duas mudanças por opção e uma forçada. Novamente titular e destaque do Liverpool após a negociação frustrada com o Barcelona, Philippe Coutinho volta ao time na vaga de Willian. Na defesa, Thiago Silva entra no lugar de Marquinhos por opção do treinador visando fortalecer o grupo. Já na lateral-esquerda, Alex Sandro entra na vaga de Marcelo, cortado por lesão. 

Local: Estádio Hernando Siles, em La Paz.
Data e horário: quinta-feira, às 17h (de Brasília).
Provável escalação: Alisson, Daniel Alves, Thiago Silva, Miranda e Alex Sandro; Casemiro; Paulinho, Renato Augusto, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus.
Pendurados: Miranda, Casemiro, Paulinho, Renato Augusto, Neymar, Gabriel Jesus, Daniel Alves e Fernandinho.
Arbitragem: Fernando Rapallini, auxiliado por Diego Bonfá e Gabriel Chade (todos da Argentina).
Transmissão: TV Globo (Galvão Bueno, Casagrande, Ronaldo e Arnaldo Cézar Coelho), SporTV (Milton Leite, Maurício Noriega e Muricy Ramalho) e GloboEsporte.com

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Com psicológico fragilizado, atletas do Náutico vão passar por ajuda profissional

Por Eryck Gomes, Recife

Após ver a distância para sair da zona do rebaixamento aumentar de cinco para nove pontos, o astral do Náutico caiu um pouco. Tanto os jogadores quanto o técnico Roberto Fernandes falaram sobre o momento da equipe, que vem de três derrotas seguidas. Para ampliar o foco do grupo, o comandante do alvirrubro solicitou ajuda à diretoria para contratar um profissional para trabalhar a mente dos atletas. Principalmente nas questões de comprometimento, confiança e liderança, essenciais para enfrentar os desafios a seguir.
- Com relação ao lado psicológico, conversei com Ítalo, solicitei à diretoria a vinda de um profissional que possa fazer um trabalho mais direcionado e mais profissional no que diz respeito a trabalhar a cabeça. Nós temos hoje de três a quatro pontos que se nós não admitirmos que vem nos atrapalhando, não vamos evoluir. Temos que atacar profissionalmente para ter um perfil psicológico no jogo melhor do que vem tendo no momento em que sofre um gol.
No trabalho diário, o técnico Roberto Fernandes identificou quatro pontos que atrapalham o desempenho. O principal problema tem sido a falta de poder de reação. A equipe não se reergue ao tomar um gol.
- Um é a questão da confiança, e essa questão está ligada a medo. São seres humanos. E eles estão vendo a bola de neve aumentar. É óbvio que passa na cabeça de todos nós o rebaixamento, e isso causa medo e o medo te inibe. O cara com medo não arrisca, e o Náutico tem ousado pouco nas partidas. Depois o comprometimento. Se estou comprometido, se acontece um revés, tenho que lutar para reverter o quadro. O Náutico acusa o golpe. Outro é a falta na nossa equipe de um líder nato. O Amaral goza de total confiança minha, mas não tem aquele perfil tipo Dunga, é mais tipo Cafu. Quando ele percebe algo errado, ele expõe para que eu corrija.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Em duelo regional, Santa Cruz terá maior desafio na Série B sob o comando de Martelotte

Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco 

 O duelo entre Ceará e Santa Cruz já foi mais importante. Na temporada passada movimentou as quartas de final da Copa do Nordeste, competição que o Santa Cruz conquistou em 2016 e o Ceará levou em 2015. A expectativa é que ambos estivessem brigando por uma vaga no G4, mas o Tricolor do Arruda vem brigando na parte de baixo da tabela e o Ceará na parte de cima. Objetivos diferentes e que só criam mais expectativa pelo duelo das 19h15 desta terça-feira.

O técnico Marcelo Martelotte tem bons motivos para enxergar o adversário com bons olhos. Em 2015, quando comandou o time coral no acesso à Série A, o Santa Cruz teve várias partidas memoráveis. As vitórias contra Bahia e Botafogo, ambas fora de casa, são algumas delas. Mas o técnico também não esqueceu como foi importante vencer o Ceará naquele ano como mandante. A vitória por 2 a 1 na Arena de Pernambuco, através de um gol de Vitor, manteve o time na briga.

“Aquele jogo foi fundamental para nossa campanha. Pelos objetivos que tínhamos era fundamental que a gente vencesse. O Ceará brigava no fim da tabela e tivemos muita dificuldade para vencer o Ceará naquele momento”, lembrou. 

Apesar da diferença na posição da tabela, Martelotte não vê os adversários desta rodada muito à frente do Santa Cruz no quesito técnico. Ele acredita que a confiança da equipe está bem melhor. Algo que lhe dá liberdade para não pensar na classificação neste momento. O técnico afirmou que o desejo é focar totalmente na partida contra os cearenses e, por enquanto, esquecer que existem outros três times com os mesmos 28 pontos do Santa Cruz

“Essa situação que quatro times na mesma pontuação com dois dentro e dois fora da zona mostra o equilíbrio do campeonato. Eu entendo que não tem nada definido enquanto a isso. O mais importante é termos essa preocupação com esse jogo, independentemente de situação de tabela. É fundamental que a gente tente na nossa casa buscando a vitória. Sabemos que esse jogo tem uma importância fundamental.”

Time

Martelotte poderia repetir a escalação que utilizou nos dois primeiros jogos como técnico do Santa Cruz e utilizar o entrosamento que vem dando ao time. O técnico confirmou os retornos do volante Derley, que estava lesionado, e do meia João Paulo, que estava suspenso, mas manteve Wellington Cézar. Assim, os sacados da equipe foram o atacante Bruno Paulo e o volante João Ananias.

Adversário

O Ceará está colado no G4 e apenas a um ponto de voltar à zona de classificação à Série A em 2018. Porém, tem que torcer para o Vila Nova e o Paraná tropeçarem dentro de casa. Algo improvável já que os alagoanos recebem o CRB e os paranaenses serão os adversários do Náutico. Um fator que é mais provável é o Ceará conseguir algum ponto no Arruda. O time tem 17 pontos conquistados fora de casa e é o quarto melhor visitante da Série B.

Ficha do jogo

Santa Cruz

Julio Cesar; Nininho, Anderson Salles, Sandro e Tiago Costa; Wellington Cézar, Derley e Thiago Primão; André Luis, João Paulo e Grafite. Técnico: Marcelo Martelotte. 

Ceará

Everson; Tiago Cametá, Rafael Pereira, Luiz Otávio e Romário;  Raul, Pedro Ken e Lima (Ricardinho); Lelê, Elton e Richardson. Técnico: Marcelo Chamusca.

Data: 26/9/17
Estádio: Arruda
Horário: 19h15
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro (RJ)
Assistentes: João Luiz Coelho de Albuquerque (RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ)
Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Para confirmar nova fase, Santa Cruz visita o Londrina com pretensão de somar pontos

Rafael Brasileiro /Diario de Pernambuco 

Foram oito jogos sem vitória (sendo seis derrotas) até finalmente voltar a vencer na última rodada contra o Goiás. A maré, aos poucos, parece estar virando no Arruda. Para afastar de vez a má fase, e consequentemente se afastar do Z4, somar algum ponto no estádio do Café às 21h30 desta sexta-feira é importantíssimo para o Santa Cruz. Uma chance de engatar uma sequência realmente positiva.

Com um empate e uma vitória nos dois jogos sob o comando de Marcelo Martelotte, o sentimento é que o ambiente vai ficando mais positivo a cada dia que se passa e o time vem se adaptando ao modo que o comandante quer ver o time em campo. Por isso, um bom resultado, ou seja, somar pontos em Londrina, é visto como algo quase que obrigatório para confirmar essa evolução.

O problema é que o Santa Cruz tem um grande fator para superar. Voltar a vencer fora de casa, o que não ocorre desde a sétima rodada, quando superou o Ceará, adversário da próxima terça-feira, por 3 a 1 no Castelão. Desde então, foram cinco derrotas, três empates e apenas três gols marcados contra 13 sofridos. Números nada animadores. 

Ao menos o adversário não é nenhum bicho papão dentro de casa. Em 12 jogos foram apenas quatro vitórias, cinco empates e três derrotas. Dados que provam que a campanha do Tubarão, que soma 33 pontos e ocupa a décima posição, poderia ser bem melhor na competição. Algo que o Santa Cruz tem que aproveitar para sair sem ser derrotado e que poderá ser crucial para sequência de jogos após o duelo desta sexta-feira que terá Ceará (c), Internacional (f), América-MG (c) e Figueirense (f). 

Time

Sem João Paulo, suspenso, e Derley, vetado após lesão no tornozelo, o técnico Marcelo Martelotte não testou muitas opções. Escalou Bruno Paulo na ponta e Wellington Cézar na cabeça de área. André Luis chegou a ser dúvida, mas está recuperado após sair sentindo dores musculares contra o Goiás e ter saído do treino após uma pancada no joelho. 

Adversário

O Londrina terá mudanças e não apenas por suspensões ou lesões. O técnico Claudio Tencati quer “sacudir” a equipe e escalou uma equipe bem ofensiva. Tencati trocou o volante Rômulo pelo atacante Safira e Jardel voltou ao meio de campo no lugar de Rafael Gava. A intenção é deixar Safira e Carlos Henrique mais fixos e fazer com que Celsinho e Arthur, que marcou dois gols no Arruda no primeiro turno, alimentem os atacantes. 

Ficha do Jogo

Londrina
César; Reginaldo, Dirceu, Edson Silva e Quaresma (Ayrton); Germano, Jardel e Celsinho; Artur, Safira e Carlos Henrique. Técnico: Cláudio Tencati.

Santa Cruz
Julio Cesar; Nininho, Anderson Salles, Sandro e Tiago Costa; João Ananias, Wellington Cézar e Thiago Primão; Bruno Paulo, André Luis e Grafite. Técnico: Marcelo Martelotte.

Data: 22/9/17
Estádio: do Café, em Londrina
Horário: 21h30
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Assistentes: Herman Brummel Vani (SP) e Vitor Carmona Mestestaine (SP)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Em fases turbulentas, Sport e Ponte Preta decidem vaga nas quartas da Sul-Americana


A situação da Ponte não é muito diferente, com apenas um triunfo nos últimos nove jogos. Assim como aconteceu com o Sport, os recentes resultados da Macaca também a levaram para perto da zona de rebaixamento da Série A. O baque dentro de casa para o lanterna Atlético-GO, no último sábado, foi o estopim para a demissão do treinador Gilson Kleina. Com quatro passagens pelo clube, Oswaldo Alvarez deve assumir o comando da equipe. Por enquanto, o interino João Brigatti é quem escala o time.

Sem correr mais riscos

Diante de uma Ponte Preta em semelhante declínio, o Sport do técnico Vanderlei Luxemburgo tenta não se complicar para poder ser o primeiro clube nordestino a chegar às quartas de final da Sul-Americana. Os confrontos anteriores nesta Sula fazem o alerta ser ligado no clube. Isso porque, apesar de ter construído vantagens consideráveis nas partidas em casa nas duas fases anteriores do torneio, o Rubro-negro sempre correu muitos riscos nos duelos de volta e quase deixa a classificação escapar.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Com Tardelli e Jemerson, Seleção Brasileira tem quatro novidades contra Bolívia e Chile

Gazeta Press

 O técnico da Seleção Brasileira, Tite, divulgou nesta sexta-feira, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, os convocados para os duelos com Bolívia e Chile, nos dias 5 e 10 de outubro, pelas últimas duas rodadas das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. As novidades na lista de 24 jogadores são o zagueiro Jemerson, o lateral-direito Danilo, o meio-campista Fred e o atacante Diego Tardelli.

Em relação à última convocação,ficaram de fora, portanto, nomes como Fagner, do Corinthians, Rodrigo Caio, do São Paulo, e Taison, do Shakhtar Donetsk.

Esta foi a oitava convocação de Tite, a sexta pelas Eliminatórias. Os treinamentos serão realizados na Granja Comary, em Teresópolis. No dia 4, a delegação embarca para a cidade de Santa Cruz de la Sierra, onde vai dormir. A viagem para a altitude de La Paz ocorrerá apenas no dia da partida. No primeiro turno, o Brasil goleou a Bolívia por 5 a 0, em Natal.

Com o Palestra Itália de palco, o jogo contra o Chile será o último da Seleção nas Eliminatórias para o Mundial da Rússia. Os atuais campeões sul-americanos foram os únicos a derrotarem o Brasil no torneio: 2 a 0, em Santiago, na estreia da competição, ainda sob o comando de Dunga.

Já classificado para a Copa do Mundo, o Brasil também tem o primeiro lugar das Eliminatórias garantido, com 37 pontos ganhos em 16 partidas. Uruguai (27), Colômbia (26) e Peru (24) vêm na sequência e figuram, por enquanto, na zona de classificação direta para o Mundial. A Argentina ocupa a quinta posição, que dá direito a disputar a repescagem contra a Nova Zelândia, campeã das Eliminatórias da Oceania.

Com Tite, a Seleção está invicta nas Eliminatórias, com nove vitórias e um empate. A única derrota da equipe com o treinador ocorreu diante da Argentina, por 1 a 0, em amistoso disputado na Austrália, em junho.

Confira a lista com os 24 convocados:

Goleiros:

Alisson (Roma)
Ederson (Manchester City)
Cássio (Corinthians)

Laterais:

Daniel Alves (PSG)
Danilo (Manchester City)
Marcelo (Real Madrid)
Filipe Luis (Atlético de Madrid)

Zagueiros:

Marquinhos (PSG)
Miranda (Inter de Milão)
Thiago Silva (PSG)
Jemerson (Monaco)

Meio-campistas:

Fred (Shakhtar Donetsk)

Arthur (Grêmio)
Diego (Flamengo)
Casemiro (Real Madrid)
Fernandinho (Manchester City)
Paulinho (Barcelona)
Renato Augusto (Beijing Guoan)
Philippe Coutinho (Liverpool)
Willian (Chelsea)

Atacantes:

Diego Tardelli (Shandong Luneng)
Neymar (PSG)
Gabriel Jesus (Manchester City)
Roberto Firmino (Liverpool)